Codigo Livre – Edicao 41

Hoje bem no horario pra ninguem reclamar que teve que assistir o Fantastico.

Nesta edicao:

– Abertura CL
– Vote SIM pelo desarmamento!
– PodHomenagem: Sala de Cinema homenageia o Brasil.
– Brasil!!
– Espaco Livre, os comentarios comentados.
– Quem chora mama, comentarios bombando!
– Maddog esclarece cobranca pelo uso da marca Linux”, na BR-Linux.org.
– Jogos irao tornar o Linux um OS mais presente nos desktops
– Polemica nos comentarios.
– 40+40 = 80 Minutos, o tempo padrao do show.
– O Podcast evolui.
– Somos um casal, fazemos um podcast, mas isso nao da direito de que outros se metam.
– Podcast tambem eh diversao.
– Artista: Coloque sua musica na podsafe network (http://music.podshow.com)
– Ricardo Macari, este sao seus defeitos e qualidades, por Adriana “pe no saco” Saito.
– Vote SIM pelo desarmamento!
– PodCon Brasil, 12 de novembro, Curitiba/PR. (http://www.podcastbrasil.com/podcon)
– Voice Mail; Denis Brandl
– Pod Safe Music: Luis Claudio – Todo Mundo Pod (info)
– Pod Dica: Podcast Na Urna
– Pod Promo: Tech Podcast
– PodQuiz com Marcelo Marcal
– Pense Nisso: Limites foram feitos para serem quebrados.
– Governo ainda estuda adesao a projeto do computador portatil de R$ 240
– Paulo Maluf e o filho Flavio estao presos na Policia Federal em Sao Paulo
– Na Urna, vote agora: http://www.alternativa-b.com/blogs/naurna/
– Ate Deus tem podcast agora?
– 911 In Plane Site: The Directors Cut
– PodCon Brasil – Primeira Conferencia Brasileira de Podcast
– Lula assina o decreto do PC Popular
– Carta publica de Michael Moore para George W. Bush
– PodCon Brasil: Os 15 primeiros inscritos no evento, que se hospedarem no Petras, estarao isentos da taxa de inscricao.
– IBM Open Power Linux Seminar
– Pod Safe Music: Brother Love – Summertime (Info)
– Polemica: A pergunta que nao quer calar: Quem matou o podcast do Gui Leite.
– Bolao do Podcast: Quem vai ser o proximo a largar o osso?
– Encerramento CL

Clique no botao MP3 para ouvir essa edicao do podcast:
Ouca Agora!

Top Podcast
Transmissao em 32kbps dos melhores podcasts do Brasil e Portugal + Adam Curry.
(Clique com o botao direito do mouse sobre o link, copie e cole o link no seu player de ogg/mp3

Todos os links que comento estao aqui:
http://del.icio.us/codigolivre

Ricardo Macari

Podcaster Brasileiro, Consultor em TI, Empreendedor e Livre Pensador.

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Ricardo Macari

Podcaster Brasileiro, Consultor em TI, Empreendedor e Livre Pensador.

11 thoughts on “Codigo Livre – Edicao 41

  • 11 de setembro de 2005 em 11:16 PM
    Permalink

    Olá Ricardo e Adriana! Parabéns pelo Podcast que é o único que eu ouço rotineiramente. Gosto da maneira como vocês expoem os assuntos, fica divertido e claro…
    Acho que a duração do programa está excelênte, às vezes levo no iPod e ouço outras vezes na escola e na rua.
    Gostaria de saber qual a opinião do Ricardo à respeito da Apple e dos Macs… Você realmente acha que compensa usar Linux nos Macs? Até onde usei, o OSX é bastante estável e ágil. Claro que sei que ele é baseado em Darwin, mas acho que a Apple é uma empresa que cobra por um Hardware/Software o que eles valem (pelo menos fora do Brasil)…
    Um abraço e desculpa pelo comentário enorme…

  • 11 de setembro de 2005 em 11:33 PM
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    Mais uma vez parabens pelo otimo podcast, mas como sempre… bem, aos comentarios sobre o podcast (vou tentar ser bem breve)…

    1. Sobre o openoffice ser da sun (pelo menos na parte de conteudo, gerencia, suporte comercial e treinamento), veja.

      Acho que mesmo o Gui Leite sendo o queridinho do podcast brasileiro o que matou o podcast foi a falta de comentarios… porque diferente do seu podcast que tem media de 600 ouvintes e 7 comentarios ele devia ter uns 800 ouvintes e 3 comentarios. Como você disse, o que motiva o “podcast maker” são os comentarios.

      Agora a comparação entre vocês e o casal de noticias da “grobo” foi otima… e melhor comparação foi quando a Adriana falou os seus pontos positivos e negativos de você… A patroa aqui riu a balde e falou que devia ser meu gemeo, porque eu sou igualzinho.

      Eu queria sobre a campanha “marqueteira” da Kaiser sobre o podcast (tá, você já falou no forum , mas acho que devia falar de maneira mais pessoal tambem no podcast… alias que foto mais “g magazine” e aquela sua no forum… dá atê medo)… Otima coisa pro crecimento do podcast nacional, mas vai começar a criar podcasts tipo “menininha” ou com conteudo apelativo, o que vai tirar a graça da maioria das pessoas pela tecnologia.

      Agora a Adriana não é a unica a escolher maravilha no A urna.

  • Até…

  • 12 de setembro de 2005 em 10:19 PM
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    E aí Macari e Adriana? Valeu seu comentario no podcast de nº 40 do Love songs, com certeza, se todos que ouvissem, pelo menos deixassem um “oi”, saberíamos onde melhorar, se for o caso, ou inserir algo que os nossos ouvintes gostariam de ouvir. Muito sucesso pra vcs do Codigo Livre.

    Abraço

  • 13 de setembro de 2005 em 7:32 AM
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    Gostaria de parabenizar vocês dois pelo podcast, que realmente está ótimo.
    O tempo tá legal.

    Vocês são bem legais, mesmo quando parece que não se entendem. É justamente isso que tempera o podcast.

    Sou fã de vocês e escuto o podcast desde de 26/6/2005.

    Parabéns!
    Muito sucesso para vocês!

  • 13 de setembro de 2005 em 11:49 AM
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    Ricardo, atende ao pedido da Adriana e diz que ama ela. Tô com a Adriana e não abro. hehehhee

  • 13 de setembro de 2005 em 12:01 PM
    Permalink

    Olá Podcasters!!

    Ricardo, concordo com você com relação ao registro da marca Linux. Já previa que isso iria acontecer e acho justo. O valor cobrado também é bem razoável.

    Eu NÃO sou a favor ao desarmamento, mas sou contra ao armamento. Já pratiquei tiro esportivo e acho um esporte muito legal. Não acredito que o problema seja causado pelas armas. Vamos relembrar um pouco da história, lembrar do Épisodio dos Judeus…

    E atualmente, Quais foram os resultados positivos? Diminuiu o número de crimes? Não! Diminuiu somente a quantidade de morte causadas pro acidentes “domésticos” com armas. Estas pessoas, donas destas armas, realmente devem ser desarmadas, pois não possuem conhecimentos e não estão habilitados para portá-las. Um carro também pode ser usado como arma.

    Moro no RJ, e não aguento mais a Rosinha, Garotinho, etc. É um assunto muito polêmico e paro por aqui.

    O Michael Moore sempre tem colocações muito boas e é muito divertido. Recomendo a leitura dos livros “Stupid White Man” e “Cara, Cadê o meu país?”

    Abraços,

    José Paulo

    PS : Estou muito sem tempo, mas tentarei fazer alguns comentários em audio.

  • 16 de setembro de 2005 em 11:53 AM
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    Fala Ricardo e Adriana tudo bom? Eu denovo! Sem querer aperriar para que vocês coloquem a música da minha banda mas já coloquei todas la na podsafe network. Só lembrando, o nome da banda é Oitavada.
    Falando agora do programa, continuo achando muito engraçado, quando me dou conta o programa já acabou. Continuem com o trabalho!

  • 14 de setembro de 2005 em 6:07 PM
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    eu mesmo to puxando a minha orelha….
    ouço desde sempre e nunca parei um tempinho pra comentar.
    Adriana, continue com seu jeito de ser…. Adoro essa mistura dos dois.

    Ricardo, gostei que vc falou do gui leite. Tb acho estranho essa saida repentina, sem nem mesmo uma saideira.

    abraços e Por favor nao mudem a linha do programa. Tá otimo.

  • 17 de setembro de 2005 em 5:39 AM
    Permalink

    Olá! Agradeço pela atenção ao comentário passado, confesso que não esperava. E diante das explicações, cheguei a conclusão que fui um tanto egoísta na questão do tempo. Gostando ou não, de fato eram 2 pods por semana e passando para um, é justo que seja maior. Peço desculpas por isso.

    A questão da ‘arrogância’ que o próprio Macari assume corajosamente, devo afirmar que continuo com a mesma opinião (minha mulher também, agora ouço CL sozinho). Porém, as explicações serviram para qu’eu percebesse que não tenho direito de querer modificar a forma como fazem o pod (muito menos a cabeça do Macari), visando exclusivamente meu bel-prazer. Outra forma de egoísmo! Fui indelicado e mais uma vez peço desculpas.

    Prometo concentrar-me nas partes que tenho maior interesse.

    Agradeço pela atenção, grande abraço aos dois e sucesso sempre!

  • 17 de setembro de 2005 em 7:45 PM
    Permalink

    Lobbies travam software livre, diz Amadeu
    Quinta-feira, 15 setembro de 2005 – 11:01
    Camila Fusco – COMPUTERWORLD

    A força dos lobbies de empresas, o ritmo lento e as orientações contraditórias dentro do governo federal são alguns dos motivos pelos quais as políticas de adoção pública de software livre ainda patinam no Brasil. Essa é a constatação de Sérgio Amadeu da Silveira, ex-diretor presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, ao fazer um balanço de sua gestão na liderança do órgão.

    Em entrevista ao Computerworld, Amadeu comenta também os motivos que o fizeram pedir demissão e os avanços feitos nas áreas de certificação digital e nos programas de inclusão digital. Leia os principais trechos:

    Computerworld – Nesse tempo todo na liderança do ITI, quais os principais avanços que você aponta frente à política de software livre?
    Sérgio Amadeu – Na nossa gestão o software passou a ser considerado um elemento estratégico para uma política tecnológica. Superamos aquela visão que a tecnologia da informação é apenas meio. Ela é um meio, mas estratégico. A partir do momento que definimos isso, a mudança de paradigma de desenvolvimento e uso de software era fundamental. O modelo de código aberto é superior, mais estável, barato e mais seguro. Além disso, ele aumenta a capacidade tecnológica nacional sem deixar de participar do global. A segunda coisa importante foi romper a reserva de mercado para produtos de uma única empresa. Quando chegamos ao governo, menos de 4% dos servidores de rede usavam software livre. Atualmente chegamos a 40% das máquinas utilizando Apache e mais de 20% usando Linux. É óbvio que ainda ficamos abaixo da média do mercado mundial. Hoje o Apache está presente em mais de 68% dos servidores. O uso da suíte de escritório livre, OpenOffice, já está presente em mais de 5 mil estações. Não é apenas o ITI e a Agência Espacial Brasileira que usam OpenOffice, os Correios, o Serpro [Serviço Federal de Processamento de Dados] e vários Ministérios iniciaram o uso massivo. Hoje, o Brasil entrou no mapa de TI do planeta como referência em Open Source. Podemos aproveitar disso e superarmos a visão restrita de que exportar software é apenas exportar licenças. Podemos vender lá fora: desenvolvimento em plataformas abertas, capacitação e migração. Não podemos desperdiçar esta imagem e o nosso imenso potencial. Temos a maior comunidade Java do planeta. Somos bons em Open Source.

    Computerworld – E quais os avanços em certificação digital?
    Sérgio Amadeu – No plano da certificação digital fomos muito bem. Conseguimos consolidar a infra-estrutura iniciada na gestão anterior. Conseguimos reunir todo o segmento, autoridades certificadoras, empresas de suporte, consultoria, seguros e empresas de hardware criptográfico. Em menos de dois anos de gestão, além de montarmos um padrão mínimo de software e hardware, também montamos um laboratório para homologar os produtos da certificação digital no País. O LEA [Laboratório de Ensaios e Auditoria] já está em funcionamento. Também será lançada no início de 2006, a plataforma criptográfica aberta e plenamente auditável. Enfim, deixo o ITI em velocidade máxima. O próximo passo será lançar, até o final do ano, o protocolizador de tempo. Teremos uma infra-estrutura completa que autentica e dá integridade aos documentos e também a hora exata em que a transação digital foi realizada. Estamos prontos para o futuro. O mercado pode emitir milhões de certificados que nossa infra-estrutura está pronta para suportar e acompanhar o desenvolvimento tecnológico dos criptossistemas.

    Computerworld – O governo ainda afirma que o software livre continua sendo prioridade de políticas nesta gestão, mas sua saída representa uma perda forte para a comunidade defensora do código aberto. Quais os principais desafios para a equipe que fica, mais especificamente para o Renato Martini?
    Sérgio Amadeu – O Renato Martini é um dos mais competentes quadros do movimento de software livre brasileiro. Ele terá a difícil missão de consolidar uma série de projetos que estão em curso e coordenar o comitê técnico de implementação de software livre. A Ministra Dilma [Rousseff] o nomeou porque acredita que fizemos um bom trabalho e que sua nomeação é um claro sinal de que as coisas devem continuar. Sem dúvida, a restrição orçamentária será o maior problema do Renato Martini, mas também é um grave problema de todo o governo.

    Computerworld – Há quem diga que, com sua saída, as fornecedoras de software de código proprietário conseguirão um pouco mais de espaço dentro do governo para tentar impedir uma política federal direcionada para plataformas abertas. O que você tem a dizer sobre isso?
    Sérgio Amadeu – Acho que sim. A pressão vai aumentar, mas a minha saída demonstra que tem algo errado no governo. O ritmo lento, a permeabilidade aos lobbies e as orientações contraditórias foram um problema. A comunidade de software livre, as empresas nacionais e as pequenas empresas de alta tecnologia vão ficar de olho nas pressões. Por exemplo, é inadmissível que um gestor corte recursos dos fundos setoriais para o desenvolvimento de software livre para colocar dinheiro público para capacitar técnicos de megacorporações [iniciativa da Microsoft com o MCT]. As grandes empresas podem ter crédito do BNDES, não deveriam disputar recursos dos fundos setoriais. Eles deveriam ir para a inovação e não para a expansão de monopólios. A comunidade está acompanhando isto. Em breve, a comunidade vai pedir uma audiência com o Ministro da Ciência e Tecnologia [Sérgio Rezende] que é um grande defensor do aumento da capacidade tecnológica do País. Ao saber das pressões, certamente ele vai apostar no caminho correto.

    Computerworld – Quais foram os principais motivos que o levaram a pedir para sair do cargo?
    Sérgio Amadeu – Principalmente, o bloqueio daqueles que não fazem, mas não deixam fazer. Isto fez com que a ação unificada e consistente do governo fosse neutralizada. Veja, até hoje estas pessoas não permitiram inserir no PPA o programa de implementação do software livre. Pedi 200 milhões de reais em dois anos para realizar cinco grandes ações, definidas em dois planejamentos estratégicos que envolveram 92 órgãos federais. Quanto eles destinaram? 40 ou 10 ou 20 milhões? Não. Simplesmente não destinaram nada. Em compensação continuam gastando mais de 100 milhões por ano em licenças de propriedade. Um absurdo.

    Computerworld – Outra perda forte para o governo foi a saída de Antonio Albuquerque
    que estava à frente do Gesac. Como você analisa que será o futuro de programas governamentais de inclusão como Gesac e o próprio Casa Brasil, principalmente em virtude de oposições declaradas ao software livre, como manifestada pelo ministro Hélio Costa?
    Sérgio Amadeu – O Hélio Costa nomeou como seu assessor de TI o Joanilson [Ferreira]. É uma pessoa que conhece o software aberto e irá aplicá-lo no programa de inclusão digital. Já declarou isto e já está fazendo. O Casa Brasil já está sendo implantado com software livre. Para usar software proprietário no Casa Brasil, o governo teria que gastar mais 6 milhões de reais somente em licenças. Outra coisa: para colocar 1 milhão de computadores nas escolas gastaríamos, no mínimo, 100 milhões de dólares. Para capacitarmos 100 mil jovens, um por escola, para dar suporte em software livre, recebendo curso de administração de sistema operacional livre, gastamos 150 milhões de reais. O que deveremos escolher: apostar na capacitação e na empregabilidade ou no pagamento de licenças para monopólios estrangeiros. Devemos gastar na geração de conteúdo das
    empresas nacionais ou em licenças de softwares que possuem alternativas mais baratas e mais seguras.

    Computerworld – Muitos acusam você de ser um defensor radical do software livre e de “lutar” apenas contra a dominação de uma empresa em especial no mercado, a Microsoft. Por outro lado, outra grande parte da sociedade aponta você como um apaixonado pela democratização da informação que está por trás do software livre. Como você se auto-avalia?
    Sérgio Amadeu – Sou defensor do compartilhamento e vou continuar a defender e trabalhar
    pelo modelo aberto. Acho que o futuro é livre.

    Computerworld – Quais são seus planos para os próximos meses?
    Sérgio Amadeu – Nos próximos meses estarei dedicado a preparar uma série de cursos e também estou montando uma organização não-governamental para capacitar jovens e formar uma rede de jovens de suporte aos usuários residenciais e para suportar a migração das entidades e projetos comunitários para o código aberto.

  • 19 de setembro de 2005 em 11:08 AM
    Permalink

    Ola Macari!!

    Obrigado pela menção do Na Urna! Gosto mto do seu podcast, continue com o bom trabalho!

    []s
    NiER

Fechado para comentários.